![]() |
| Imagem captada nas Bodas de Prata de Silva Antero e Toinha, Crato-CE, 1985. (Restaurada com uso de IA). |
Em um dia como hoje, há 30 anos, morria no Hospital Santa Isabel em São Paulo, o Padre Adalberto Holanda Pereira (SJ).
Nascido em 1927 em Quincuncá, Farias Brito-CE, e falecido em 1996, ele
iniciou sua trajetória escolar em sua terra natal com a professora Telina
Almeida e, aos vinte anos, professou seus primeiros votos na Companhia de Jesus
na Escola Apostólica de Baturité-CE.
Após formar-se em filosofia e teologia em São Leopoldo, no Rio Grande do Sul, iniciou em 1956 seu trabalho com povos indígenas em Diamantino, no Mato Grosso. Sua ordenação presbiteral ocorreu na Igreja de Cristo Rei, em Fortaleza em 08 de dezembro de 1959, seguida por sua primeira missa celebrada no dia de Natal na Igreja de São José.
Adalberto consolidou sua carreira acadêmica cursando antropologia na Universidade de São Paulo, destacando-se como professor pesquisador do Museu Rondon, vinculado a Universidade de Mato Grosso.
Autor de uma vasta obra bibliográfica sobre temas indígenas, ele
projetou seu nome e suas pesquisas internacionalmente ao revelar culturas até
então desconhecidas, deixando um legado que ainda é pouco difundido entre os
quincuncaenses.
Além de suas contribuições intelectuais e religiosas, ele possuía grande habilidade com a hipnose, prática que lhe rendeu inúmeros relatos durante suas férias em nossa comunidade.
Em reconhecimento a sua ilustre trajetória, de acordo com resultados da Internet, seu nome batiza um Centro Municipal de Ensino (CME) em Tangará da Serra e uma via pública em Brasnorte, ambos municípios mato-grossenses.







































