27 de setembro de 2026

Nota de pesar pelo falecimento de Dona Quinca do Tabuleiro


Comunicamos com pesar, o falecimento da Sra. Maria Estevam de Souza, mas conhecida como Dona Quinca, ocorrido na noite neste sábado, 26 de setembro de 2026.

Nascida em 1947, ela nos deixa aos 79 anos. Filha de Pedro Estevam de Souza e Maria Cecília de Jesus, era moradora do Sítio Tabuleiro, na Serra do Quincuncá, em Farias Brito-CE

Agricultora aposentada, Dona Quinca era solteira, tendo dedicado toda a sua vida à família. Mulher de fibra e profundamente católica, assumiu com carinho a criação de seus irmãos após a viuvez do pai.

Em nome da comunidade Serrana, expressamos nossa solidariedade e abraço fraterno à toda a família enlutada.

23 de setembro de 2026

Nota de pesar pelo falecimento de Seu Carmino

Noticiamos com pesar, o falecimento do Sr. Carminho Alves da Silva, mas conhecido como "Seu Carmino", ocorrido nesta terça-feira, 22 de setembro de 2026.

Nascido em 1940, tendo assim 86 anos, ele era viúvo da Sra. Maria de Lourdes Rodrigues sendo pai de treze filhos: Jucelina, Francisca (Neném), Damião, Maria, José, Ronaldo, Arnaldo, Cícera, além de Francisca, Antônia, Cosmo, Antônia Rodrigues, Cícera (Adriana), já falecidos.

Morador na Rua do Cruzeiro no Distrito do Quincuncá, Farias Brito-CE, Seu Carmino atualmente era aposentado.

Em nome da comunidade Quincuncaense, expressamos à família nossa solidariedade e abraço fraterno!

17 de setembro de 2026

Recordar para conscientizar: A história de Antônio Dorgival Leite no Setembro Amarelo

Dorgival aos 19 anos - Imagem restaurada com uso de I.A.

Neste mês de Setembro amarelo, campanha brasileira de conscientização à valorização da vida, relembramos a trajetória de Antônio Dorgival Leite.

Nascido em Quincuncá, em Quixará (atual Farias Brito-CE), no dia 01 de novembro de 1931, ele foi o primogênito de uma família de dez irmãos: José (Baiá), João Batista, Humberto, Antônio (Tutonho), Auremar (Bemar), Eurides, Evaldo, além de Maria do Socorro e Celso, que faleceram ainda na infância.

Filho de Leonardo Pereira e Silva e Maria Dengosa Leite, Dorgival auxiliava seu pai no comércio local. Ele era um jovem cheio de planos e sonhos para o futuro, alguém que, se tivesse recebido o amparo necessário, poderia inclusive ter chegado a velhice ou quem sabe estaria vivo em nosso meio.

Tudo parecia caminhar dentro da normalidade, mas, infelizmente, diante de uma dor silenciosa, ele atentou contra a própria vida no dia 19 de novembro de 1952, aos 21 anos. A perda precoce abalou profundamente a família e toda a comunidade, escancarando uma discussão urgente sobre saúde pública que ecoa até os dias atuais.

Toda vida importa! Se você ou alguém que você conhece está atravessando um momento difícil ou delicado, não hesite em procurar ajuda. Busque apoio profissional ou ligue gratuitamente para o Centro de Valorização da Vida (CVV) pelo telefone 188.

Fotomontagem do certificado de alistamento militar (1950),
acervo de Auremar Pereira, elaborado pelo Blog do Quincuncá.
 
 Fontes: 

*Livro de óbitos n° 02, p. 06 - Cartório de Registro Civil de Quincuncá - Cartório Moreira 1° Ofício, Farias Brito-CE;

*Antônia Auremar Pereira (Bemar).

15 de setembro de 2026

Memória fotográfica: Bodas de ouro de Raimundo Bezerra e Dona Maria Raimunda (1996)

Registro cedido por Marta Bezerra e digitalizado pelo Blog do Quincuncá. 

MEMÓRIA FOTOGRÁFICA: BODAS DE OURO DE RAIMUNDO BEZERRA E DONA MARIA RAIMUNDA (1996).

Em um dia como hoje, há 30 anos, a comunidade Quincuncaense testemunhava uma linda festa, em celebração às Bodas de ouro de Raimundo Alves Bezerra (1917-2008) & Maria Raimunda da Conceição (1924-2011), que casaram em 1946.

A cerimônia ocorrida na residência do casal, reuniu centenas de moradores. Na foto acima, da esquerda pra direita é possível identificar rostos marcantes daquela época: Diva, Otília, Toinho de Telina, José Gregório, Quinco Zébio, Zé Glória, Dona Raimunda e Seu Raimundo e o Pároco da época, José Coringa, ambos falecidos.

Pais de sete filhos: Rosa (in memoriam), Marta, Antônio (in memoriam), Elizabete, Andrelina, Neide e Gracinha, Seu Raimundo Bezerra e Dona Raimunda construíram uma vida pautada no trabalho e na fé, um legado que permanece vivo entre seus descendentes nos dias atuais.

11 de setembro de 2026

Blog do Quincuncá conclui a restauração do Cruzeiro das Virgens, marco religioso da comunidade.

O Blog do Quincuncá não se resume apenas a publicações, nós também colocamos a mão na massa, e graças a ajuda dos fiéis, temos a satisfação de informar que após alguns percalços, finalmente concluímos a restauração do "Cruzeiro das Virgens", marco histórico e religioso do Distrito do Quincuncá, Farias Brito-CE.

Desde 2015, encabeçamos essa campanha e, ao longo desses 11 anos de trabalho, a união da comunidade tem sido decisiva para salvaguardar o nosso patrimônio. Nossa gratidão a todos que confiam no nosso propósito!





7 de setembro de 2026

Memória fotográfica: Desfile cívico do Quincuncá - Anos 1980

Imagem do acervo de Iranir Rodrigues, restaurada com uso de I.A pelo Blog do Quincuncá

MEMÓRIA FOTOGRÁFICA: DESFILE CÍVICO DO QUINCUNCÁ - ANOS 1980. 

Os desfiles sempre representaram um momento ímpar para nossa comunidade. Nesse registro, captado por volta de 1983 a 1985, temos ao centro a Sra. Maria Brasilina de Jesus (Dona Nêga), ladeada por sua neta, Iranir Rodrigues e por Maria Gomes. Os demais não foram identificados. 

6 de setembro de 2026

Homenagem a Massilom & Socorro, na passagem de suas Bodas de ouro

Socorro e Massilom - Foto Blog do Quincuncá, 2026. 

HOMENAGEM A MASSILOM & SOCORRO, NA PASSAGEM DE SUAS BODAS DE OURO

Massilom Rodrigues da Silva, nasceu em 05 de maio de 1951 no Sítio Coité, em Cariús (CE), e cresceu em uma família numerosa e acostumada ao trabalho duro na roça. Filho de Manoel Félix de Moura e Joana Maria da Conceição, ele se mudou com os pais em 1969 para a Serra do Quincuncá, onde a família se estabeleceu.

Maria do Socorro Tintino da Silva nasceu pouco tempo depois, em 04 de setembro de 1959, no Sítio Souza, em Farias Brito (CE). Filha de Raimundo Tintino da Silva e Maria Pereira do Nascimento, passou a infância e o início da adolescência mudando-se com a família por várias localidades, como: Várzea Alegre e Sítios Lagoa de Dentro e Juá, ambos em Farias Brito, até que finalmente fixaram residência na Serra.

Os caminhos de Massilom e Socorro se cruzaram em junho de 1976, logo após ele retornar de uma temporada em Rondonópolis (MT). O amor bateu à porta rápido e bastaram dois meses de namoro para que, no dia 04 de setembro de 1976, oficializassem a união na Igreja Matriz de Farias Brito, em uma cerimônia celebrada pelo Padre José Wilton Leite.

Dessa união nasceu uma família de dez filhos: Francisco (Naldo), Antônia (Kátia), Alessandra, Márcio, Marciana, Ronaldo (in memoriam), Roberto, Arnaldo, Hernandes e Romário.

Após o casamento, o casal habitou no Sítio Croatá, Sítio Baixa d' égua e Sítio Trapiá, até fincarem raízes de vez no Distrito de Quincuncá, lar que chamam de seu até hoje.

Ao chegarem às bodas de ouro, Massilom e Socorro celebram meio século de uma trajetória marcada por desafios superados com garra. Olhando para trás, a gratidão é o sentimento que impera entre ambos. Em entrevista ao Blog do Quincuncá, Massilom e Socorro resumiram com simplicidade e firmeza que não se arrependem de nada e que sim, ainda vale a pena a vida a dois.

Em nome da comunidade, dedicamos essa homenagem e fazemos votos de saúde e felicidades ao casal.

5 de setembro de 2026

A História por trás do Blog do Quincuncá

Toda História tem um começo, e a do Blog do Quincuncá iniciou oficialmente em 2015, com a missão de preservar a memória e a identidade, acolher a comunidade nos momentos de dor e alegria, e defender o patrimônio histórico e cultural da Serra.

Acompanhe o carrossel de fotos abaixo e conheça a nossa trajetória e o compromisso que nos trouxe até aqui. Se você também é apaixonado pelas histórias da Serra do Quincuncá, fortaleça esse projeto compartilhando suas memórias ou contribuindo com qualquer quantia na chave pix (e-mail): blogdoquincunca@gmail.com






4 de setembro de 2026

Em comemoração aos 10 anos, Blog do Quincuncá apresenta nova identidade visual

BLOG DO QUINCUNCÁ GANHA NOVA IDENTIDADE VISUAL! 

​Para celebrar uma década de memórias, a partir de hoje, o Blog do Quincuncá assume uma nova identidade visual. A logomarca que substitui a antiga, estrutura-se em um modelo mais harmônico e equilibrado, sintetizando elementos da identidade, geografia e da memória coletiva local.

Inspirada na Bandeira da Serra do Quincuncá, cada detalhe desse novo visual guarda um pedaço da nossa história.

• ​O perfil geográfico central: Destaca-se a silhueta da Serra do Quincuncá, elemento geográfico marcante que dá nome ao território e ao Blog, simbolizando a raiz física e o horizonte identitário da comunidade.

• ​A ancestralidade indígena: Um cocar estilizado no canto superior esquerdo homenageia os primeiros habitantes e a base profunda da nossa cultura.

• ​O patrimônio arquitetônico: No canto inferior esquerdo aparece o Chalé, um casarão centenário bem no coração do distrito que por anos abrigou a família Pereira Holanda e até o primeiro cartório, a partir de 1940. A estrela que brilha nele e na letra "I" do nome "Quincuncá", lembra que a tradição e o progresso sempre podem caminhar juntos.

• ​A agricultura e a caatinga: No canto superior direito, a representação orgânica com ramificações, representam a força da nossa agricultura e o bioma da caatinga, com uma referência especial ao Tamboril, árvore que é a "porta" de entrada da Serra e que traduz a resiliência da nossa gente.

• ​O Cruzeiro: No canto inferior direito, a silhueta do Cruzeiro das Virgens relembra o madeiro fincado em 1896 em frente à primitiva Igreja de São José, que hoje enfeita a Praça Jesus Alderico Costa. O símbolo dialoga com as manifestações e os credos presentes na comunidade (cristianismo), marcando o cotidiano e a forte relação dos moradores com a fé.

• ​O slogan: Logo acima do nome do Blog, vem o lema: "NOSSA TERRA, NOSSA GENTE, NOSSA HISTÓRIA!", sintetizando nosso propósito cívico e memorialístico de valorização das narrativas locais, da história oral e do cotidiano da nossa gente.

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