30 de dezembro de 2025

Nota de pesar pelo falecimento da Sra. Antônia Costa Feitosa "Dona Tonha"

Comunicamos o falecimento da Sra. Antônia Costa Feitosa, mas conhecida como "Dona Tonha", ocorrido nesta segunda-feira, 29 de dezembro de 2025, vítima de ataque de abelhas.

Nascida em 1937, tendo assim 88 anos, ela era filha do casal, André da Costa e Silva e Maria Dudu Feitosa, já falecidos.

Moradora no Sítio Gravatá, Serra do Quincuncá, Farias Brito-CE, não deixou filhos.

Nossa solidariedade a toda a família enlutada.

29 de dezembro de 2025

Homenagem ao casal, Quinco Ramiro & Pelonha pela passagem do 60º aniversário de casamento.

Dona Pelonha e Seu Quinco Ramiro - Foto enviada pela neta, Stefani Silva,

UMA HOMENAGEM A JOAQUIM ESTÁCIO DE OLIVEIRA & PELONIA MOURA OLIVEIRA.

Ele, natural de Sousa no Estado da Paraíba, nascido em 25 de novembro de 1945 (80 anos), filho de Ramiro Estácio de Oliveira e Angelina da Conceição; Ela natural de Várzea Alegre-CE, nascida em 04 de janeiro de 1946 (79 anos), filha de Francisco Joaquim de Matos e Benedita Moura da Silva.

Casados há 60 anos, desde o dia 11 de setembro de 1965, Quinco Ramiro e Pelonha como são mais conhecidos, constituíram uma família de nove filhos: Rita, Assis (in memoriam), Antônia (in memoriam), Zuleide, Maria, Cícera, Cícero, Antônio e Yandara, dos quais descendem 10 netos e 08 bisnetos.

Sempre trabalhando na agricultura, hoje estando aposentados, o casal que veio de destinos diferentes, viu florescer o seu amor nas terras do velho Araticum. Quinco Ramiro adotou esta terra como o seu lar desde 1953 e Pelonha desde 1955, quando aqui chegou.

A princípio, habitaram no Sítio Cajuí, e atualmente residem na sede do Distrito de Quincuncá, onde continuam a acompanhar o crescimento de sua prole, iniciada há mais de seis décadas.

Nossas felicitações ao casal!

26 de dezembro de 2025

Homenagem póstuma a Maria Teófila Pereira, antiga moradora do Distrito de Quincuncá

Dona Teófila - Acervo do Pe. José Luismar, melhorada por IA. 

A história de uma comunidade não é apenas composta por obras humanas, mas sim por pessoas que diariamente transformam a sua realidade. Hoje, vamos conhecer a biografia de uma antiga moradora do nosso distrito.

Maria Teófila Pereira, nasceu em Quincuncá, Farias Brito-CE, (a época pertencente ao município de Assaré-CE), no dia 26 de dezembro de 1906, filha de Ladislau Pereira da Silva e Andrelina Maria de Jesus, sendo a primogênita de uma família de dez irmãos: Nazário, José, Gertrudes, Raimundo, Bertoldo, Maria Solidade, Astrogildo, Eulina e Sinobrelina.

Na década de 1940, casou-se com o agricultor, Antônio Gregório da Silva (1908-1952), com quem constituiu uma família de cinco filhos: José (Zezim), Francisca (Chiquinha), Miguel, Antônia e Nilza, ambos já falecidos.

Caracterizada como uma pessoa amável e bem-humorada, Dona Teófila nasceu e viveu toda a trajetória na Rua Ladislau Pereira, mas conhecida como Rua do grupo escolar. A sua residência é a mesma que hoje é de propriedade do casal, Dona Liquinha e Seu Chico Celso.

Sempre tendo a agricultura como seu ofício, aliada aos afazeres domésticos, faleceu aos 77 anos, no dia 27 de abril de 1984, deixando saudades aos parentes e amigos.

25 de dezembro de 2025

Efemérides: Centenário de nascimento de Emídio Vidal Pereira - Homenagem Póstuma

EFEMÉRIDES: CENTENÁRIO DE NASCIMENTO DE EMÍDIO VIDAL PEREIRA- HOMENAGEM PÓSTUMA

Nascido em 25 de dezembro de 1925, no Sítio Tabuleiro, Serra do Quincuncá, Farias Brito-CE, Emídio Vidal Pereira, mas conhecido como "Seu Mido", era filho de Eufrázio José Pereira (Seu Fraz) & Maria Gonçalves de Assunção (Banâ), sendo o 2° de uma família de oito irmãos: Minô, Deca, Luza, Tica, Valdo e Francisquinho, todos já falecidos, além de Antônia Francinete, que reside em Goiânia/GO.

No dia 06 de setembro de 1946, aos 21 anos, casou-se com seu prima legítima, Maria Helena Pereira, na Igreja Matriz de Quixará (atual Farias Brito-CE). Desta união provenieram sete filhos: Antônio Valteir "Teir" (in memoriam), Francisco Valmir (in memoriam), Cícero Valdier "Dier" (in memoriam), Maria Altair, Antônia Aldenir, Antônio Valdecir e Maria Socorro (Corrinha).

Após o matrimônio fixou moradia na sede do Distrito de Quincuncá, aonde foi proprietário de uma mercearia, que funcionou até o final dos anos 1980. Nessa época, também colaborava como voluntário na Igreja de São José.

Homem honrado, trabalhador, bom exemplo de pai e amoroso avô, ele faleceu aos 92 anos, no dia 11 de março de 2018, deixando boas saudades aos parentes e amigos.

Nesta data que marca o seu centenário de nascimento, lhe rendemos essa homenagem póstuma.

22 de dezembro de 2025

Memória fotográfica: Cosmo Alves Pereira, em foto da recordação do 7º dia do seu falecimento.

COSMO ALVES PEREIRA - Acervo do BQ, melhorado com uso da IA.

MEMÓRIA FOTOGRÁFICA: COSMO ALVES PEREIRA, EM FOTO DA LEMBRANÇA DO 7° DIA DE SEU FALECIMENTO

Cosmo Alves Pereira, nasceu no dia 22 de dezembro de 1955, junto a seu irmão gêmeo, Damião Alves Pereira, que morreu quando tinha seis meses.

Natural da Serra do Quincuncá, Farias Brito-CE, ele era um dos filhos do casal, Arão Pereira e Silva e Francisca Alves Pereira (Daltina).

Faleceu aos 22 anos, no dia 08 de setembro de 1977, vítima de acidente automobilismo na cidade de Cuiabá/Mato Grosso, sendo sepultado no Cemitério Padre Cícero em Quincuncá. Episódio que foi descrito por sua mãe como "um dia de juízo" para toda a família.

Durante a administração de João Matias (compadre de Arão e Daltina), de 1977 a 1983, foi homenageado com o nome das Escolas Reunidas de Quincuncá, que ainda não tinha denominação oficial, tornando-se o patrono da instituição.

Na legislatura de Arão Pereira, entre 1983 a 1989, a Escola foi reformada e ampliada, e desde então tem formado grandes profissionais.

Neste dia, se vivo fosse, Cosmo Alves Pereira completaria 70 anos.

20 de dezembro de 2025

Homenagem ao aniversário de 89 anos do Distrito de Quincuncá - Farias Brito-CE

Hoje, 20 de dezembro, o Distrito de Quincuncá em Farias Brito-CE celebra os 89 anos de sua elevação a categoria de distrito.

Habitada a princípio pelos índios da tribo Cariús, a urbanização floresceu a partir de uma fazenda. Hoje, nossa comunidade concentra um dos maiores aglomerados populacionais fora da sede do município.

Terra de gente acolhedora, e onde tantas famílias acharam solo propício para desenvolver a agricultura.

Nesses 89 anos, queremos expressar nosso amor, orgulho e gratidão por fazer parte dessa história.

12 de dezembro de 2025

Memória fotográfica: Cleonice Silva & filhos em frente ao Chalé dos Pereira - Quincuncá, 1980

Cleonice Silva acompanhada dos filhos, Quincuncá - 1980 - Arquivo Norma Lydis. 

A casa de nº 08 da atual Rua José Rodrigues no Distrito de Quincuncá em Farias Brito-CE, é um dos imóveis mais charmosos e significativos na história da comunidade.

A construção do tipo chalé, erguida possivelmente entre o final da década de 1920 e início dos anos 1930, por décadas foi lar e abrigo para a família Holanda Pereira, e até hoje conserva-se em nosso meio, como um dos poucos exemplares mantidos de pé, e que preserva suas características originais.

Nesse registro captado em março de 1980, há 45 anos, projeta-se um cenário que causa nostalgia a muitos. As pessoas com suas roupas despojadas, revelam a simplicidade da época. Porta e janelas abertas indicavam não apenas um contexto de segurança, mas um símbolo da hospitalidade do povo que acolhia quem chegava. As bages de feijão ao sol, anunciavam uma das primeiras apanhas desta cultura naquele ano.

Na fotografia, figuram em pé a Sra. Cleonice Silva (in memoriam) na companhia de seus filhos: Keila, Júnior e Sheyla.

8 de dezembro de 2025

Homenagem póstuma a Seu Pedoca na passagem do 21º ano de seu falecimento

Pedoca em registro de 1972. Cedido por sua filha, Dalvirene. 

DOS ANTIGOS COMERCIANTES DO QUINCUNCÁ: UMA HOMENAGEM MERECIDA A SEU PEDOCA.

Pedro Moreira da Silva, mas conhecido como "Pedoca", nasceu no povoado de Umari, Serra do Quincuncá- Farias Brito-CE, no dia 01 de fevereiro de 1922, porém, nos documentos oficiais foi registrado como sendo de 30 de janeiro do mesmo ano. 

Filho de Antônio Moreira da Silva e Maurícia Gonçalves da Assunção, ele tinha seis irmãos: Francisca (Dona Preta), Gertrudes, Antônia, Maria (Noza), Águeda (Aguinha) e Estevão.

Na década de 1940, Pedoca casou-se com Narcisa Gonçalves de Souza (professora local), constituindo uma família de cinco filhas: Maria Dalmea, Maria Dairan, Antônia Dalvirene, Antônio Adalberto (in memoriam) e Claúdia Maria.

Após o matrimônio, fixou moradia em Quincuncá, onde já destacava-se como agricultor e comerciante local sendo proprietário de uma bodega. 

Nos idos de 1960/1962, mudou-se para a Cidade de Juazeiro do Norte-CE, onde continuou sua atividade comercial, sempre mantendo laços com seu torrão natal.

Faleceu no dia 08 de dezembro de 2004 aos 82 anos, deixando saudades.

Nesta data que marca a passagem dos 21 anos de sua morte, prestamos-lhes essa homenagem póstuma. 

4 de dezembro de 2025

Memória fotográfica: Curso de corte e costura (1958) em Quincuncá

Arquivo do acervo de Diva Rodrigues (in memoriam), restaurado com auxílio de IA.

MEMÓRIA FOTOGRÁFICA: CURSO DE CORTE E COSTURA, QUINCUNCÁ, 1958 - HÁ 67 ANOS.

No #TBT de hoje, trazemos uma imagem inédita, que por décadas permaneceu ao conhecimento de alguns poucos. Se trata do curso de corte e costura, ministrado por Maria Rodrigues de Souza, apelidada de Maria Carlos (1901-1970), que neste retrato se apresenta de pé. A sua fisionomia, no entanto, como podemos observar, está borrada, muito provavelmente porque tenha feito um movimento brusco.

Na época, tirar uma fotografia exigia ficar imóvel por algum tempo, além de seu custo elevado que tornava-a um artigo de luxo inacessível para a maioria das famílias; logo, não havia chances de novas tentativas. No registro também estão três alunas, sendo que a única identificada foi a Sra. Diva Rodrigues (ao centro), com 24 anos.

Maria Carlos foi uma das personagens emblemáticas do Distrito de Quincuncá em Farias Brito-CE. À frente de uma Pousada & Café, ela acolhia as autoridades e viajantes que visitavam a comunidade nos tempos de outrora, sendo reconhecida como uma grande costureira. Nas memórias de alguns depoentes, ainda foi destacado o seu trabalho como prestadora de serviços de voluntariado na Igreja de São José, sobretudo durante o período das festas do Padroeiro.