Equipe do Quincuncá. Foto: Blog de Quincuncá |
Neste espaço abordarei memórias de Quincuncá desde os seus primórdios como Vila Araticum ou São José até os dias atuais: narrativas históricas, biografias, transcrições de documentos, fotos e vídeos serão aqui disponibilizados, a fim de rememorar o passado e deixar registrado os fatos para a posteridade. Todo este trabalho é realizado de forma voluntária, com objetivo de compartilhar os conhecimentos advindos das pesquisas, valorizando assim a história e a cultura local. SEJAM BEM-VINDOS!
18 de dezembro de 2022
Quincuncá alcança bom desempenho no Campeonato Municipal de futebol e futsal 2022, de Farias Brito-CE.
4 de dezembro de 2022
Pequeno em estatura, grande em coragem: Biografia de Antônio Pereira da Silva "Toinho de Telina". - Por Guilherme Pereira
Toinho de Telina em foto capturada pelo Blog de Quincuncá em 2015, quando contava com 101 anos. |
A música "Caboclo Nordestino", com letra de Zé Marcolino, gravada em 1963, no LP "Pisa no Pilão" de Luiz Gonzaga, retrata de modo sublime a trajetória de "Toinho de Telina" um "caboclo humilde e roceiro", que assim é descrito em uma das estrofes da canção:
"E do caboclo que vive
Com a enxada na mão
Trabalhando o dia inteiro
Com a maior diversão
Sem invejar a ninguém
Satisfeito a trabalhar"
Cada vez mais animado
Esse teu suor pingado
Grandeza e honra te dar"
Antônio Pereira da Silva, nasceu no dia 12 de junho de 1914, no Distrito de Cariutaba, município de Farias Brito-CE, sendo filho de Maria Ceria do Amor Divino e paternidade desconhecida. Eram seus irmãos uterinos, ou seja, apenas por parte de mãe: Ginu, Francisca (Chiquinha), Aristídes e Joaquim (Tuzinho).
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Dona Telina, em registro cedido por sua filha, Maria. |
Ficando órfão de mãe na infância, teve que desde muito cedo trabalhar na agricultura, não dispondo de oportunidade alguma para estudar, motivo que era de tristeza para o mesmo. Cuidado pelos seus meios-irmãos, veio habitar no Distrito de Quincuncá ainda jovem, quando em 1928, com apenas catorze anos de idade, juntou-se a um grupo de retirantes, rumando para Palmeira dos Índios, no Estado de Alagoas, cidade em que mais tarde conheceu a sua companheira, Otelina Maria da Conceição "Dona Telina", constituindo uma família de onze filhos, dos quais nove sobreviveram: Maria, Marieta, Antônia (Sitonha), José, Wilson, Bezinha, Helena, Agda, e Amilton.
Em 1939 regressando ao Quincuncá, habitou inicialmente em uma casa de pau-a-pique (taipa), que ficava nas proximidades da Rua Padre Cícero. No início dos anos 1940, adquirindo parte da propriedade de sua meia-irmã, Francisca, em 1947, o Sr. João Gregório de Souza iniciou a construção da residência como se conhece nos dias atuais, sendo a primeira em alvenaria naquelas imediações.
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Toinho de Telina, em foto cedida por sua filha, Marieta. |
Ao fixar moradia nessa terra, tendo aqui vivido por quase oito décadas, ganhou a confiança e o respeito da comunidade. Sempre trabalhando na agricultura, ele sustentou a família através desse ofício árduo, e mesmo após aposentar-se, se ocupava diariamente das tarefas do roçado, não dispensando de plantar e cultivar leguminosas durante a quadra invernosa.
Temente a Deus, participava das celebrações e eventos religiosos da Igreja de São José, tendo colaborado inclusive no processo de sua edificação, erguida em regime de mutirão entre os anos de 1951 a 1962.
Em 12 de junho de 2014, foi comemorado o seu centenário de nascimento, com a presença de centenas de amigos e familiares que à época somavam: 52 netos, 52 bisnetos e 04 trinetos. Como parte da programação, uma Missa em ação de graças foi celebrada pelo Padre Adalmiran Vasconcelos, na Igreja de São José, e em seguida houve uma recepção na residência do aniversariante para o corte do bolo e homenagens.
Faleceu em 04 de dezembro de 2015, aos 101 anos, 05 meses e 22 dias, sendo sepultado no dia seguinte no Cemitério Pe. Cícero em Quincuncá, deixando seu nome gravado com uma das personalidades que tiveram a dádiva de viver lúcido, independente e gozando de boa saúde mesmo no auge de tal idade.
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Fontes:
Orais:
Antônio Pereira da Silva (1914-2015);
Maria Pereira da Silva, (filha).
Websites consultados:
Letras. Caboclo Nordestino. Disponível em: <https://www.letras.mus.br/luiz-gonzaga/1560744/> Acesso em 09 de junho de 2022.
Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira. Zé Marcolino. Disponível em: <https://dicionariompb.com.br/artista/ze-marcolino/> Acesso em 09 de junho de 2022.
28 de novembro de 2022
Nota de pesar pelo falecimento da Sra. Elisa Moreira
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Elisa Moreira, em registro enviado por sua filha, Denir Pereira. |
24 de novembro de 2022
Memória fotográfica: Comemoração do título de pentacampeão do Brasil - 2002
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Comemorações da vitória do Brasil na Copa de 2002. Foto: Benedita Feitosa, digitalizada pelo BQ. |
20 de novembro de 2022
Felicitações a Dona Bilú, pelo seu aniversário de 99 anos.
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Dona Bilú. Foto: BQ - 20/11/2022. |
Registro hoje (20), os 99 anos da Sra. Maria Gonçalves da Silva, apelidada carinhosamente de "Dona Bilú", moradora no Distrito de Quincuncá.
16 de novembro de 2022
Quincuncá FC estreia com vitória no Campeonato Municipal 2022
2 de novembro de 2022
Os Cemitérios esquecidos do Quincuncá - Por Guilherme Pereira
O cemitério do Tabuleiro é um dos cemitérios esquecidos da Serra do Quincuncá. Foto: BQ. |
A morte pode ser compreendida como o fim dos processos vitais e a perda da unidade funcional do organismo (REZENDE, 2014, p. 39). Desde a antiguidade, rituais de passagem ou despedidas, podem ser observadas, na idade média por exemplo, que compreende 476 d.c a 1453, se constituiu como um divisor de águas na espacialização dos túmulos, contudo, os rituais fúnebres e os lugares escolhidos para essa prática variaram até se destinar um local especifico. (SILVA, 2021, p, 16)
No final do século XIX e início do século XX, influenciadas pelo discurso médico-sanitarista, a sensibilidade a despeito da morte e da forma de lidar com o corpo sofreram profundas modificações. A separação entre Estado e Igreja, o fim do padroado e a secularização da morte ganham destaque, dando ênfase a criação de cemitérios extramuros e a proibição de sepultamentos no interior das Igrejas no Ceará, a partir da segunda metade do século XVIII. (FILHO, 2016, p, 02) Medidas que baseavam-se nos ideais higienistas Europeus, que buscavam mudar os hábitos de higiene e costumes da população, frente as novas epidemias (SILVA, 2021, p, 17-18).
Tal concepção da época, era fundamentada na chamada teoria miasmática, estudos que orientaram a maioria das medidas de combate as epidemias no século XVIII e parte do século XIX, segundo a qual acreditava-se que as doenças eram transmitidas pelo ar, originadas das sujeiras nas cidades insalubres e dos gases da putrefação de cadáveres humanos e de animais. (MASTROMAURO, 2011, p, 01-06)
Assim como em outras regiões, o Cariri Cearense vivenciou muitas epidemias, como a de cólera, na década de 1860, responsável por centenas de mortes. Outra doença de grande letalidade entre 1877/79, a varíola ou bexiga-braba como era popularmente chamada, tinha esse nome por causar pústulas, isto é, bolhas cheias de pus na pele, que quando não provocavam a morte deixavam sequelas como a cegueira. Como se não bastasse, ainda nas primeiras décadas do século XX, a pandemia de gripe espanhola causada pelo vírus da influenza dizimou cerca de 50 milhões de pessoas em todo o mundo, segundo estatísticas. As secas que assolaram o Ceará também deixaram um rastro de miséria e desnutrição, cenário suscetível para doenças e um maior número de óbitos, sobretudo da população menos favorecida, dado a precariedade dos serviços de saúde. (JUNIOR, 2017, p. 63-72)
Levando em consideração o que se pregava a teoria miasmática, os corpos de pessoas que sucumbiram a doenças dessa natureza eram habitualmente sepultadas no mato, sem jazidos ou lápides suntuosas, apenas uma cruz, elemento simbólico da morte (SILVA, p, 23), era fincada, fazendo referência ao local da cova, muitas vezes, coberta com um amontoado de pedras. Isto porque acreditava-se que os gases pestilentos ficavam retidos na cova, que se uma vez aberta espalharia os temidos miasmas, causadores de doenças, à vista disso, o Cemitério do Quincuncá, fundado entre o final do século XIX e início do século XX, serviria apenas para o sepultamento de pessoas falecidas de velhice e de outras doenças consideradas não contagiosas.
Dado o crescimento urbano e a própria mudança do imaginário no que diz respeito a transmissão de doenças, tais cemitérios foram soterrados, e consequentemente caíram no esquecimento, dando espaço inclusive a construções. À seguir, um levantamento dos seis Campos Santos localizados nos arredores do Distrito de Quincuncá, município de Farias Brito-CE, infelizmente são poucos o que ainda preservam um marco em alusão aos que foram sepultados.
- CEMITÉRIO DO AÇUDE VELHO
Francisco Pereira "Fransquim", sinaliza o local da entrada do Cemitério. |
Localizado no Sítio de mesmo nome, há cerca de 02km do Distrito de Quincuncá, o espaço segundo narradores teria sido um dos primeiros da região a abrigar os despojos mortais dos nossos antepassados. Em 1932, por ocasião da grande seca que assolou o Ceará, centenas de anjinhos, termo que referia-se à crianças, morreram vítimas de fome e doenças, sendo sepultadas no local. Ao que tudo indica, durante o período que o Cemitério do Quincuncá esteve fechado de 1935 a 1948, alguns cadáveres também foram transladados e sepultados nessa área.
A área marcada no passado pela existência de um enorme cruzeiro talhado na madeira, que hoje não existe mais, já situou uma plantação de arroz, e na atualidade é dedicada ao cultivo de grama, para os animais.
- CEMITÉRIO DA SANTA CRUZ
- CEMITÉRIO DO JUCÁ
- CEMITÉRIO DA SERRA
- CEMITÉRIO DAS AREIAS
- CEMITÉRIO DO TABULEIRO
O cemitério fica nas proximidades da casa de Rosivânia. |
Nas proximidades da residência de Rosivânia Dias no Sítio Tabuleiro - Serra do Quincuncá, também encontrei referências a um Cemitério local, dedicados exclusivamente ao sepultamento de recém-nascidos. O último sepultamento conforme relatos ocorreu no ano de 1998.
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FONTES:
Entrevista realizada com Osmundo Pereira em 28 de outubro de 2022;
Entrevista realizada com Francisco Alves Pereira em 29 de outubro de 2022;
Entrevista realizada com Antônio Fonseca Dias em 31 de outubro de 2022;
Entrevista realizada com Antônia Moreira Dias em 01 de novembro de 2022.
Entrevista realizada com Maria Estevam de Souza em 02 de novembro de 2022.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
24 de outubro de 2022
Felicitações ao Sr. Rafael Alves pelos seus 70 anos
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Rafael Alves, em foto capturada pelo BQ. |
18 de outubro de 2022
Efemérides: Homenagem ao centenário de nascimento de Pedro Caetano Dias
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Pedro Caetano. Foto: Maria Alves, digitalizada pelo BQ. |
EFEMÉRIDES: CENTENÁRIO DE NASCIMENTO DE PEDRO CAETANO DIAS (IN MEMORIAM).
14 de outubro de 2022
8 de outubro de 2022
Homenagem do Blog de Quincuncá ao dia do Nordestino
Zé de Andrelina, em registro do Blog de Quincuncá. |
7 de outubro de 2022
Nota de pesar pelo falecimento de Alaíde Gonçalves da Silva "Dona Laide".
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Dona Laíde, em registro de 2018 pelo BQ. |
O Blog de Quincuncá cumprindo seu papel social, comunica com pesar, o falecimento da Sra. Alaíde Gonçalves da Silva, ocorrido na madrugada de hoje, (07).
1 de outubro de 2022
Nota de pesar pelo falecimento de Miguel Pereira da Silva
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Miguel Pereira. Foto: Elisene Aparecida. |
30 de setembro de 2022
29 de setembro de 2022
Nota de pesar pelo falecimento de Maria de Lourdes de Morais
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Maria de Lourdes. Foto: Aurineide Costa. |
A família da Sra. MARIA DE LOURDES DE MORAIS, comunica aos familiares e amigos da Serra do Quincuncá, que a mesma veio a falecer no último dia 07 de setembro de 2022, em Ribeirão Preto/SP.
27 de setembro de 2022
Uma homenagem ao casal, Chico Novo & Dona Adélia.
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Chico Novo e Dona Adélia. Foto: Blog de Quincuncá. |
Uma homenagem a Francisco Pereira Tamiarana "Chico Novo" (78 anos) & Josefa Adélia Pereira "Adélia Nogueira" (80 anos).
25 de setembro de 2022
Nota de pesar, pelo falecimento do Sr. Francisco Fernandes de Lima "Chico Teatonho"
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Chico Teatonho. Foto: Aparecida Fernandes. |
Com pesar, o Blog de Quincuncá-CE, vêm a público, informar o falecimento do Sr. Francisco Fernandes de Lima, mas conhecido como "Chico Teatonho", (86 anos), ocorrido na tarde deste domingo (25/09).
22 de setembro de 2022
Os becos desativados do Quincuncá - Por Guilherme Pereira
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Rua José Rodrigues - Quincuncá, anos 1980. Foto do acervo de Dona Nêm, arquivo doado ao BQ. |
Ruas estreitas, enviesadas, calçadas em ausência ou em desnível, alheio a saneamento básico, são algumas consequências do crescimento urbano desordenado, que podem ser até hoje notadas nas vilas e cidades brasileiras.
No Distrito de Quincuncá, município de Farias Brito-CE, essa realidade não é muito diferente. Basta percorrer algumas ruas para se constatar essa problemática. Um exemplo é a rua denominada de Duques Pereira, no centro, que possuí espaço para transitar apenas um veículo, inexistindo praticamente calçada para a locomoção de pedestres.
Outro fato decorrente dessa falta de planejamento foi o surgimento de pequenos becos. Poucos sabem, mas além do Beco do Pecado, Quincuncá possuía outros dois, que foram desativados no decorrer dos anos, e consequentemente caíram na vala do esquecimento. E é sobre isso que esse artigo irá abordar, ressaltando a localização e finalidades de ambos.
1 - O BECO DE NATALÍCIO.
Acesso ao beco - Rua Antero Rodrigues. |
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Acesso ao beco - Tv. São Francisco. Fotos BQ /2022 |
Viela (ou corredor como era chamado), se estendia da Rua Antero Rodrigues - Rua Principal, nas proximidades de João de Neura à Travessa São Francisco (Rua do Cemitério), em uma extensão de cerca de 120 metros, passando pelos quintais das residências da Rua Duques Pereira, com uma saída ao meio, para a via denominada antigamente de Asa Branca, hoje chamada de Rua São Francisco.
Conforme levantamento, o espaço tinha quatro utilidades: servia como atalho e depósito de excrementos humanos, dado a inexistência de fossas sépticas à época. Pessoas de outras localidades, que se deslocavam até o distrito para resolver pendências, também se serviam do local para fazer suas necessidades básicas, bem como amarravam seus animais. Fatores que obviamente causavam transtornos aos moradores das casas localizadas abaixo, cujas paredes faziam divisa com a referido corredor.
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Construção na residência de Pedro Natalício, s/ano (Cedido por Dilvany Silva). |
O beco esteve ativo até o final dos anos 1980, quando o Sr. Pedro Natalício da Silva, em concordância com outros moradores como Noêmia Timóteo, decidiram avançar suas construções, pondo assim um fim ao seu funcionamento.
2 - O BECO DE JOAQUIM FERREIRA (JOAQUIM FELIPE /QUINCO).
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Rua José Rodrigues - Anos 1980. A seta na foto indica o local exato da entrada do beco. |
Localizado entre a Casa Paroquial e a residência de Joaquim Ferreira dos Santos (Joaquim Felipe ou Quinco), propriedade que lhe servia de apoio durante as festas de São José, o beco dava acesso a residência, se prolongando até a Travessa São Francisco (defronte ao Cemitério). No entanto, ao contrário do último, era utilizado apenas pelo dono e seus agregados, como atalho ao transporte de lenha até a cozinha, poupando desta forma, a passagem de animais no centro, e consequentemente a derrubada de sujeiras, provenientes destes e da própria manipulação da madeira.
O beco esteve aberto com a edificação da casa no início dos anos 1940, mas precisamente por volta de 1942, segundo informações de Antônio Fonseca Dias "Tota Fonseca". Estima-se que quando o farmacêutico, Abelardo de Andrade e a professora, Carmelita Viana se mudaram para o local em meados dos anos 1950, o mesmo não estava mais em utilização, tendo a área excedente sido provavelmente vendida aos proprietários das casas subsequentes, possibilitando o avanço de suas habitações, restando apenas o corredor como área de ventilação natural do domicílio. Recentemente, a edificação foi adquirida pelo Sr. Antônio Fernandes, e vêm passando por reformas desde então.
Foto: Blog de Quincuncá / Set.2022. |
19 de setembro de 2022
Homenagem póstuma ao casal, Luiz Joca & Dona Maria.
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Luiz Joca e Dona Maria. Foto enviada por Kelly Vanubia. |
Em memória de Luiz Antônio da Silva "Luiz Joca" & Maria Pereira da Silva.
16 de setembro de 2022
Família Fonseca Dias reúne-se para celebrar os 103 anos de Tota Fonseca.
O dia 15 de setembro
de 2022, não será uma data esquecida facilmente pelos "Fonseca Dias",
que reuniram-se em bom número para celebrar os 103 anos de Antônio
Fonseca Dias, cognominado "Tota Fonseca".
Desde as primeiras
horas da manhã, descendentes do patriarca foram se acomodando, para fazer parte
nessa grandiosa festa. Uma Missa foi celebrada às 16:00h pelo Pároco, Paulo
Sérgio, seguido com apresentação da Banda de Música Municipal Pe. David Moreira,
que lhe prestou homenagem.
O Canto Alegre na
Serra do Quincuncá ficou ainda mais festivo, por ter entre seus filhos, este é
considerado agora o mais longevo vivente em todo o município de Farias
Brito-CE.
15 de setembro de 2022
Blog de Quincuncá saúda Tota Fonseca, pela passagem dos seus 103 anos.
Tota Fonseca em Jan/2020, registro feito pelo BQ. |
Hoje, 15 de setembro de 2022, o Canto Alegre na Serra do Quincuncá, amanheceu ainda mais festivo. É que seu filho, Antonio Fonseca Dias, o nosso estimado Tota Fonseca, celebra inacreditáveis 103 anos.
14 de setembro de 2022
Memória fotográfica: Bodas de prata de Aldenice & Mandu- 1988
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Bodas de Prata de Aldenice e Mandu - 1988; cedido por Aldenice. |
Registro capturado em 26 de julho de 1988 (34 anos), em Fortaleza-CE, por ocasião dos 25 anos de casados (Bodas de Prata) de Manoel Mandu Holanda & Maria Aldenice Silva Holanda "Alda".
10 de setembro de 2022
200 anos da independência do Brasil: Escolas municipais da Serra do Quincuncá realizam desfile cívico 2022.
O percurso teve início na escola, percorrendo a rua principal, fazendo o retorno para o ponto de partida. |
Na tarde desta sexta-feira, 09 de setembro de 2022, aconteceu no Distrito de Quincuncá - Farias Brito-CE, o desfile cívico em alusão aos 200 anos da independência do Brasil.
O evento teve iniciativa da EEF Cosmo Alves Pereira e CEI Macário Moreira (Quincuncá), com a participação das demais escolas municipais da Serra: EEIF Antão Pereira e Silva (Vila Umari), EEF Duque de Caixas (Vila Lagoa Seca) e EEIF Joaquim Ferreira dos Santos (Vila Barreiro do Jorge).
Cerca de 350 alunos participaram do momento, que homenageou personagens que contribuíram nos cenários sociais, políticos, religiosos e educacionais e cultural de outrora, prestando um tributo também a alguns moradores vivos, e de modo especial, a Serra Gaúcha. As demais escolas abordaram temáticas específicas.
O desfile cívico ainda se tornou mais emblemático com a apresentação da fanfarra da Escola Cosmo Alves Pereira, composta exclusivamente de alunos locais, diferenciando-se de anos anteriores, onde a fanfarra era de outra localidade.
Confira outros registros feitos pelo Blog de Quincuncá: